A.M. B-054.01.pc03

Núcleo: 
B
Folha de rosto/Incipit textual: 
Lætatus sum / Viole
Título normalizado: 
Lætatus sum Dó M
Autoria da música normalizada: 
Língua do texto: 
Latim
Tipo de documento: 
Parte(s) cava(s)
Subcategoria de documento: 
Apógrafo
Tipo de fonte: 
Manuscrita
CDU: 
783
Assunto: 
Música sacra
Século(s): 
XIX
Dimensões - Alt x Larg (cm): 
33 x 23,5 ou menor; 23,4 x 32,5 ou menor; 21,7 x 28,7 ou menor; 22,2 x 31,8 ou menor; 22 x 29,8 ou menor
Material: 
Papel
Descrição das Marcas de Água: 
escudo<trompa>/GM:ALMASSO (var.1) (10 / 246,5 / 10,5-11,5) [MarP 185/Tipo9];
escudo<trompa>/GM:ALMASSO (var.2) (10 / 193-193,5 / 9,5-10,5) [MarP 186/Tipo26];
escudo<trompa>/GM:ALMASSO (var.2) (12 / 182-182,5 / 8,5-9,5) [MarP 186/Tipo50];
G B O [canto inferior] (10 / 174,5-175 / 7,5-8,5) [MarP 128/Tipo1];
PICARDO/GERVINO:B P [GERVINO no canto inferior] (10 / 174,5-175 / 7,5-8) [MarP 162/Tipo1]
Decoração: 
Sem decoração
Categoria: 
Polifonia
Conteúdo: 
Lætatus sum (Salmo 121; Vésperas de Nossa Senhora)
Vozes e instrumentação: 
S, A, T, B, SATB conc., vlc 1, vlc 2, fag 1, fag 2, cb, org, vla 1, vla 2, fl 1, fl 2, cl 1, cl 2, cor 1, cor 2, trb
Partes cavas: 
vla 1/2, vlc, cb (rabecão), fl 1/2, cl 1/2, cor 1, cor 2, trb
Tipo de notação musical: 
Moderna
Género: 
Salmos
Comentários/Notas Gerais: 
Este salmo pertence às Vésperas de Nossa Senhora Ré M [MarP 02.32/Versão4].
A Versão4 (de Fr. José Marques e Silva ?) é baseada na V1 à qual foram acrescentados os seguintes instrumentos: vla 1, vla 2, fl 1, fl 2, cl 1, cl 2, cor 1, cor 2, trb.
Ao longo de um período aproximado de 50 anos, este conjunto de Vésperas conheceu versões
(algumas delas parciais) realizadas por quatro dos mais influentes compositores portugueses de
música religiosa de finais do séc XVIII e primeira metade do séc. XIX: António da Silva Leite
(provavelmente), Fr. João da Soledade, Fr. José Marques e Silva e Joaquim Casimiro Júnior.
Além disso terão sido cantadas (pelo menos parcialmente) em Lisboa (Patriarcal e outras
igrejas), Queluz, Porto (Mosteiro de S.ª Clara), Mafra e Vila Viçosa, com uma permanência em
repertório de mais de 50 anos.
Constitui-se como uma das mais paradigmáticas obras destinadas ao ofício de vésperas em
Portugal no século XIX.
Autoria da informação: 
António Jorge Marques